A guerra contra a dengue está perdida se a população não aderir

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O Comitê Municipal de Enfrentamento da Dengue de Capinópolis se reuniu nesta semana para avaliar o trabalho que está sendo realizado pela Secretaria Municipal de Saúde e traçar novas ações, porque a preocupação de todos é com o grande número de notificações de dengue neste princípio de ano.
“Comparando as seis primeiras semana dos anos, desde 2015, que todos se lembram que foi o ano que Capinópolis teve dois óbitos provados pela dengue, verifica-se que os números deste ano são preocupantes. Foram 143 notificações em 2015, 31 em 2016, 10 em 2017, 15 em 2018 e 104 em 2019, ou seja, estamos muito próximos daquele que foi o pior ano e todos sabem o resultado com dois mortos por causa da dengue”, disse o coordenador de PSFs da Secretaria Municipal de Saúde e presidente do Comitê, enfermeiro Celismar Vieira.
Atualmente a secretaria está promovendo uma intensa campanha publicitária em todos os veículos de comunicação da cidade, inclusive as mídias sociais, e está realizando o mutirão contra a dengue, o qual está retirando dois caminhões de entulhos todos os dias do interior dos quintais, com a participação de todos os ACSs e ACEs do município e outros contratados para esse trabalho. Já foram retirados 29 caminhões neste ano. Devendo terminar próximo aos 50 caminhões no final do mutirão.
Outra ação muito importante é a presença do Fumacê, que vai ficar em Capinópolis durante todo este mês de fevereiro, fazendo a aplicação diária de inseticida.
Em entrevista à rádio Novo Tempo FM na manhã de quinta-feira, dia 14, o vice-prefeito Jaisson foi enfático ao dizer que pouco adianta a ação da Secretaria de Saúde se a população não se conscientizar de sua responsabilidade e entrar de vez nesta guerra contra a dengue.
“A limpeza da cidade é feita diariamente. As ruas estão sempre limpas, mas o interior das residências e os quintais são responsabilidade do dono da casa e se ele não nos ajudar, poderemos ter muitos mais casos de dengue e, Deus nos livre, possivelmente até óbitos conforme aconteceu em 2015”, disse Jaisson. 
Foto: Divulgação

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